segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Experimento usa luz do Sol para limpar ar

Experimento usa luz do Sol para limpar ar

Uma das vilãs do aquecimento global é a destruição de matas. Afinal, com menos árvores no planeta, menos vegetação transforma gás carbônico em oxigênio. 

Em contraposição às florestas cheias de biodiversidade, os desertos são considerados quase que totalmente estéreis para o planeta e para o combate ao aquecimento global.

Um experimento desenvolvido pelo pesquisador Aldo Steinfeld no Instituto de Tecnologia da Suíça propõe inverter esta equação, usando desertos a favor da despoluição do planeta. 

Partes de carbono por milhão
Medições em diferentes pontos da Terra indicam que nossa atmosfera possui hoje 385 partes por milhão de dióxido de carbono. Para muitos cientistas, esta já é uma proporção ruim e a concentração de moléculas de carbono estão ao menos 100 partes por milhão acima do que estava há um século. Esta proporção, aliás,  tende a crescer com a crescente queima de combustível fóssil por carros, fábricas e usinas de eletricidade.

A ideia de Aldo é desenvolver máquinas que possam sequestrar carbono e devolver à atmosfera apenas ar limpo, livre das substâncias que geram o aquecimento global. Estas tecnologias, na verdade, já existem mas enfrentam um grave obstáculo: são caras e demandam muita energia.

O processo básico envolve concentrar uma grande quantidade de ar poluído num cilindro com hidróxido de sódio. Se este meio for aquecido a temperaturas superiores a 400º C, as moléculas de carbono reagem com o hidróxido de sódio e são transformadas em carbonato de cálcio. Assim, o oxigênio fica livre do gás carbônico e pode ser liberado na atmosfera. O resultado da reação são apenas resíduos não tóxicos, que podem ser enterrados.

O dilema elementar desta tecnologia é que para aquecer o ar a 400º C é preciso tanta energia que os benefícios para o planeta acabam anulados pela maior necessidade de gerar eletricidade.

A ideia de Aldo é usar energia solar para fazer esta reação e, de quebra, reciclar os resíduos transformando-os em hidróxido de sódio, substância fundamental para realizar a operação.


FONTE: www.info.abril.com.br

UFSCar cria papel a partir de plástico reciclado

Criar papel a partir de películas plásticas é uma tecnologia amplamente conhecida, mas exige sempre o uso de matéria-prima virgem para a confecção das folhas sintéticas. 

O método desenvolvido na universidade do interior paulista, no entanto, permite fazê-lo a partir de lixo, como potes plásticos de sorvete, garrafas pet, vasilhas, embalagens de CD, restos de canetas ou cartões bancários.

Este material é triturado e, depois, submetido a um tratamento químico desenvolvido pela universidade. O resultado é a produção de uma película de alta qualidade, similar às películas produzidas com matéria-prima virgem.

Financiado pela FAPESP, o projeto desenvolvido pela Universidade de São Carlos foi adotado em caráter experimental pela fabricante de papel sintético Vitopel. A fabricante possui planta industrial na cidade de Votorantim, interior paulista.

A empresa espera comercializar as folhas feitas a partir de plástico reciclado para aplicações industriais, em situações em que o papel precisa ser resistente à água, por exemplo. Assim, é possível imprimir rótulos para garrafas, outdoors, tabuleiros de jogos, etiquetas, livros escolares e cédulas de dinheiro.

Cadernos para estudantes também estão sendo produzidos com o método, já que a película aceita bem a tinta de canetas esferográficas.

A produção de folhas sintéticas de baixo custo diminui a demanda por celulose, o que na prática poupa a derrubada de florestas para produzir papel a partir de matéria prima orgânica.


FONTE: www.info.abril.com.br

Novo satélite vai monitorar destruição da Amazônia

Novo satélite vai monitorar destruição da Amazônia

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais trabalha há dois anos no projeto do satélite Amazônia 1, que como o próprio nome indica terá função prioritária de monitorar a floresta amazônica, em especial detectar pontos de queimadas e áreas em desmatamento.

A dimensão continental da Amazônia torna quase impossível sua vigilância por terra ou por rios. A única maneira eficaz de controlar o que acontece nesse pedaço do território é via imagens de satélite.

Atualmente, o instituto usa imagens do satélite americano Landsat 5, que há 22 anos gira na órbita da Terra. Após mais de duas décadas, o satélite já apresenta problemas e o fluxo de imagens para os laboratórios do INPE nem sempre é estável.

Segundo o instituto, quando o Amazônia 1 atuar junto com os outros dois satélites brasileiros CBERS-3 e 4 será possível obter imagens atualizadas de todo o planeta a cada 5 dias. Na prática, isto torna o país autônomo para obter fotos de satélite, eliminando a dependência de satélites estrangeiros.

A principal inovação do Amazônia 1 é a estreia da P
lataforma Multimissão (PMM), uma tecnologia nacional que permite usar um único satélite para diferentes fins, como obter fotos e transmitir dados.

Além dos componentes nacionais, o Amazônia 1 contará com uma câmera inglesa cedida pelo 
Rutherford Appleton Laboratory (RAL). A câmera inglesa será complementar ao sistema nacional de imagens chamado de AWFI que equipará o satélite.


Microsoft Dynamics vai medir emissão de CO2

A ideia da Microsoft é levar às médias empresas uma solução para medir o impacto ambiental que suas atividades causam, em especial em critérios como consumo de energia.

A família Dymamics AX [ex-Axapta] é uma suíte para gestão corporativa que inclui aplicações de ERP e CRM voltadas para gerenciar o relacionamento com clientes e automação de vendas. Agora, usuários deste pacote poderão baixar um novo software dedicado apenas a medir o impacto ambiental que uma empresa causa.

Na aplicação, é possível dizer quantos servidores uma empresa usa, quantos PCs ela possui e quantas horas eles trabalham por dia e cruzar estes dados, por exemplo, com o consumo mensal de energia elétrica. Esta relação permite aferir qual a eficiência energética de uma companhia e facilita medir resultados de mudanças nos hábitos corporativos para economizar energia.

Reduzir o consumo de energia e, conseqüentemente, a quantidade de gás carbônico lançado na atmosfera pode ser um importante capital para as companhias, muito além do ato voluntário de poluir menos. 

A evolução de um mercado de créditos de carbono pode onerar mais as empresas poluentes e garantir isenções às companhias ecologicamente responsáveis num futuro próximo.


FONTE: www.info.abril.com.br

TI Verde Consciência Ambiental Tecnológica

TI Verde é um novo conceito de mercado que consiste na práica sustentável de produção, gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos, bem como economia de energia elétrica. Acompanhando esta tendência, a Faitec Tecnologia se especializou em atender sua empresa neste novo conceito de mercado chamado TI Verde.

O foco a Faitec Tecnologia é o gerenciamento do consumo de energia elétrica dos PCs, garantindo que eles não consumam ativamente eletricidade caso não estejam sendo utilizados.

Com as políticas de consumo de energia para seus computadores através da TI Verde sua empresa pode ter uma economia de até 15% por mês em energia elétrica, que além de colaborar com o bolso, colabora também com o planeta. 

As maiores cias do mundo já aderiam a esta nova metodologia de acordo com a lista do green500.org, o web site do Greenpeace que divulga uma lista com as empresas que fazem parte desta filosofia .

De acordo com o site UOL, pesquisas realizadas pelo instituto IDC mostram que 80% dos executivos brasileiros dizem que iniciativas de TI Verde estão crescendo em importância nas suas organizações, e 43% ressaltam que, na hora de escolher um fornecedor, já prestam atenção nas suas ações de preservação ambiental.